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Capa de La tía fingida
Livros

La tía fingida

39

Nota da comunidade

10 avaliações

Miguel de Cervantes

Médias por categoria

Enredo39
Personagens36
Escrita/Estilo42
Ritmo40
Originalidade39
Impacto39
Médias por categoria — Enredo 39, Personagens 36, Escrita/Estilo 42, Ritmo 40, Originalidade 39, Impacto 39Enredo 39Personagens 36Escrita/Estilo 42Ritmo 40Originalidade 39Impacto 39

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Sinopse

La tía fingida (em português, A tia fingida) é um relato conhecido através de duas versões distintas: uma do códice da Biblioteca Colombina de Sevilha e outra de diversas cópias impressas no século XVII baseadas em um manuscrito hoje perdido, denominado “Porras de la Cámara” (nome do copista), em que apareciam, entre outras, versões levemente diferenciadas de duas novelas de Miguel de Cervantes, Rinconete y Cortadillo e El celoso extremeño. Foi em 1787, quando Bosarte, descobridor do manuscrito de Porras, trouxe-a à luz, que se iniciou o debate sobre a autoria da breve novela. Para ele, o autor era Cervantes, opinião apoiada na similitude estilística e temática com outras novelas cervantinas, seu formato igual ao das novelas exemplares, o fato de ter aparecido junto a duas delas, etc. Tais argumentos serviram para que eruditos e cervantistas como Agustín García Arrieta, Navarrete ou José Bartolomé Gallardo tenham-na considerado como de Cervantes. Não obstante, tal opinião não alcançou apoio generalizado. Outros estudiosos, como Andrés Bello, Manuel Criado del Val, Fouché-Delbosc, Juan Bautista Avalle-Arce, recusaram a paternidade de Cervantes sobre esta obra. A obra aparece, geralmente, ao fim de algumas as edições críticas das Novelas exemplares.

Licença do texto: CC BY-SA 4.0 · Fonte

Detalhes

Tipo
Livro
Criado por
Miguel de Cervantes
Países
Spain

Capa: Wikimedia Commons · Cecilio Pla · Public domain · Fonte