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Marília de Dirceu é o título da obra poética máxima de Tomás Antônio Gonzaga, integrante do Arcadismo. Publicada originalmente em 1792, a obra reúne liras amorosas em que o eu lírico, sob o pseudônimo árcade Dirceu, expressa seu amor idealizado por Marília, nome poético atribuído a Maria Doroteia Joaquina de Seixas Brandão. Inserida nos princípios estéticos do Arcadismo, a obra valoriza a simplicidade formal, a vida pastoril, o equilíbrio racional e o ideal de felicidade bucólica, em oposição aos excessos do Barroco. Considerada uma das obras mais representativas da poesia lírica no Brasil colonial, Marília de Dirceu exerceu ampla influência na literatura brasileira, consolidando Tomás Antônio Gonzaga como um dos principais nomes do Arcadismo luso-brasileiro e contribuindo para a formação de um público leitor no final do século XVIII.
Licença do texto: CC BY-SA 4.0 · Fonte
Detalhes
- Tipo
- Livro
- Lançamento
- 1 de janeiro de 1792
- Gêneros
- poetry
- Criado por
- Tomás António Gonzaga
Capa: Wikimedia Commons · Tomás Antonio Gonzaga (1744 −1810) · Public domain · Fonte