HexaScore
Capa de Marília de Dirceu
Livros

Marília de Dirceu

61

Nota da comunidade

5 avaliações

1792 · Tomás António Gonzaga

Gênerospoetry

Médias por categoria

Enredo57
Personagens59
Escrita/Estilo64
Ritmo65
Originalidade61
Impacto61
Médias por categoria — Enredo 57, Personagens 59, Escrita/Estilo 64, Ritmo 65, Originalidade 61, Impacto 61Enredo 57Personagens 59Escrita/Estilo 64Ritmo 65Originalidade 61Impacto 61

Sua avaliação

Entre para avaliar

Sinopse

Marília de Dirceu é o título da obra poética máxima de Tomás Antônio Gonzaga, integrante do Arcadismo. Publicada originalmente em 1792, a obra reúne liras amorosas em que o eu lírico, sob o pseudônimo árcade Dirceu, expressa seu amor idealizado por Marília, nome poético atribuído a Maria Doroteia Joaquina de Seixas Brandão. Inserida nos princípios estéticos do Arcadismo, a obra valoriza a simplicidade formal, a vida pastoril, o equilíbrio racional e o ideal de felicidade bucólica, em oposição aos excessos do Barroco. Considerada uma das obras mais representativas da poesia lírica no Brasil colonial, Marília de Dirceu exerceu ampla influência na literatura brasileira, consolidando Tomás Antônio Gonzaga como um dos principais nomes do Arcadismo luso-brasileiro e contribuindo para a formação de um público leitor no final do século XVIII.

Licença do texto: CC BY-SA 4.0 · Fonte

Detalhes

Tipo
Livro
Lançamento
1 de janeiro de 1792
Gêneros
poetry
Criado por
Tomás António Gonzaga

Capa: Wikimedia Commons · Tomás Antonio Gonzaga (1744 −1810) · Public domain · Fonte