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Babe: Pig in the City

50

Nota da comunidade

22 avaliações

1998 · George Miller

Gêneroscomedy dramafantasy filmcomedy film

Médias por categoria

Roteiro50
Atuação51
Direção48
Visual/Fotografia49
Trilha/Som51
Entretenimento50
Médias por categoria — Roteiro 50, Atuação 51, Direção 48, Visual/Fotografia 49, Trilha/Som 51, Entretenimento 50Roteiro 50Atuação 51Direção 48Visual/Fotografia 49Trilha/Som 51Entretenimento 50

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Sinopse

Babe: Pig in the City (prt: Babe - Um Porquinho na Cidade; bra: Babe - O Porquinho Atrapalhado na Cidade) é um filme australo-americano de 1998 dos gêneros aventura, fantasia e comédia dramática, dirigido por George Miller. É a sequência do filme Babe (1995) e continua as aventuras do personagem-título, um leitão com habilidade incomum de pastorear ovelhas, envolvendo-se numa jornada na cidade grande, ao lado de Esme, esposa de Arthur Hoggett. A maioria dos atores do primeiro filme retornou em seus respectivos papéis, entre eles James Cromwell, Miriam Margolyes, Hugo Weaving, Danny Mann, Roscoe Lee Browne e Magda Szubanski. Glenne Headly, Steven Wright, Nathan Kress e Mickey Rooney estão entre os intérpretes dos novos personagens que o porco encontra na cidade. Elizabeth Daily substituiu Christine Cavanaugh no papel de Babe. A pré-produção iniciou-se em 1996, um ano após o bem-sucedido lançamento de Babe, que teve uma recepção bastante positiva entre o público e a crítica. Contando com um orçamento estimado em 90 milhões de dólares, muito superior ao de seu antecessor, Babe: Pig in the City foi filmado entre 1997 e 1998 em Nova Gales do Sul, no Fox Studios Australia, localizado no centro de Sydney, e algumas de suas cenas externas foram registradas em diversos pontos de referência da cidade. As filmagens envolveram quase 800 espécies de animais vivos, 50 treinadores de animais e centenas de outros profissionais nos bastidores. Estreou nos Estados Unidos em 25 de novembro de 1998 e, em comparação ao filme original, teve um baixo retorno financeiro nas bilheterias. Embora não tenha recebido no país nenhum tipo de restrição quanto à classificação etária, vários críticos o consideraram sombrio, bizarro e violento para os espectadores mais jovens. Por outro lado, o filme também foi elogiado por muitos críticos, entre eles Roger Ebert, que o colocaram em suas listas de melhores filmes de 1998. O longa-metragem recebeu algumas nomeações a premiações diversas, porém, diferentemente de seu antecessor, que foi indicado para sete prêmios da Academia, recebeu apenas uma nomeação ao Oscar de Melhor Canção Original, por sua música-tema "That'll Do", em 1999. O tom do filme é apontado como distante da atmosfera delicada e inocente do filme de 1995. Algumas cenas causaram controvérsia pelo retrato da crueldade contra animais e diversas publicações já discorreram sobre temas sérios abordados pelo longa-metragem, tais como abandono, morte, intolerância, exploração animal e alusões culturais e religiosas que estariam subentendidas no enredo. Atualmente reconhecido como um filme cult, é frequentemente listado entre as produções cinematográficas subestimadas na época em que foram lançadas, sendo mencionado pela revista Rolling Stone em sua lista dos melhores filmes da década de 1990. Foi adaptado para outras mídias, tais como livros, formatos caseiros de vídeo e jogos eletrônicos.

Licença do texto: CC BY-SA 4.0 · Fonte

Trailers

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Detalhes

Tipo
Filme
Lançamento
1 de janeiro de 1998
Gêneros
comedy drama, fantasy film, comedy film
Criado por
George Miller
Duração
92 min
Países
Australia, United States